quarta-feira, 26 de novembro de 2008

An Inconvenient Truth

RECOMENDO!!!
An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente em português) é um documentário de 2006 sobre mudanças climáticas, mais especificamente sobre o aquecimento global, dirigido por Davis Guggenheim e estrelado pelo ex-vice-presidente dos EUA Al Gore. Verdade inconveniente é um documentário que busca alertar as pessoas para o que está a acontecer no nosso planeta. O assunto principal deste documentário é o Aquecimento Global, e assim sendo este recorre a assuntos como o Protocolo de kioto, referente às emissões de CO2 para a atmosfera terrestre (ao qual os EUA não aderiram), de como podemos minimizar essas perdas desnecessárias de CO2, e muitas outras coisas. Após muitas palestras, por diversos países em todos os continentes do Mundo, Al Gore decidiu fazer este documentário, para assim poder sensibilizar mais pessoas para a sua causa. Este afirma que o Planeta deve ser estimado... e que cabe a quem o habita tomar conta daquilo que é seu e das suas gerações futuras.

Verdade Inconveniente é hoje um filme que as escolas utilizam para sensibilizar os alunos, de que é necessário tomar algumas decisões que podem mudar o Futuro.

Este documentário é um dos mais controversos por todo o Mundo, tendo críticas massivamente positivas, pelo empenho e motivação, e algumas críticas menos positivas, pelos descrentes no Aquecimento Global e suas consequências, e também por opositores de Al Gore afirmando que este usa-se do documentario (e, por conseguinte, da causa nobre) para a própria propaganda política. No entanto, Gore já faz isso desde a sua eleição para a Câmara de Deputados nos anos 70 e não por causa de sua derrota para Bush. Uma verdade inconveniente (An inconveniente truth, 2006) é o registro cinematográfico sobre essa faceta de Gore desconhecida do grande público.

O filme abre com Gore falando para um auditório apoiado por projeções, slides e vídeos. Utiliza um pequeno curta de Matt Groening, criador dos Simpsons. O documentário mostra que ele tem viajado por todo o mundo levando sua mensagem. Surpreende ver como Gore mostra-se inteligente, entendido e passional sobre o assunto, diferente da forma como aparecia em sua campanha presidencial. Gore explica o problema de forma clara e simples, usando citações de Mark Twain e Upton Sinclair. Por meio de gráficos e estatísticas atmosféricas sobre milhões de anos lado a lado com fotografias da Patagônia, do Kilimanjaro, dos Alpes e da Antártida, entre outros locais, mostra o impacto produzido pelo homem durante anos no meio ambiente. Mostra como os meios de comunicação podem ser influenciados pelo lobby de certos grupos poderosos citando o exemplo Furacão Katrina.

Gore conta como se interessou pelo assunto quando ainda era universitário, durante uma palestra de Roger Revelle, um professor de Harvard, pioneiro na medição de dióxido de carbono na atmosfera. Conta ainda que o falecimento de sua irmã por câncer de pulmão provocou uma mudança na utilização do solo das fazendas da família onde plantavam o tabaco. O documentário nos leva a refletir sobre como parte do problema poderia ser evitado, se aplicássemos uma série de mudanças em nossos hábitos diários.

Um detalhe interessante é que Gore não queria fazer o filme e precisou ser persuadido a participar do projeto, deixou-se convencer pela importância da mensagem, até porque somos ao vilões e vítimas nessa história.

Site oficial: http://www.climatecrisis.net/

>> Gente, vale a pena de verdade, é muito bom. O que não dá pra acreditar é que o cara perdeu pro Bush, aquele filho da puta. Vamos cuidar do nosso planetinha sabe, não custa muito...

sábado, 1 de novembro de 2008

Escrevo pra Ficar Só

Ontem aconteceu uma coisa trash na minha vida, surreal - no ponto que eu acreditaria mais em uma parede derretendo do que nisso - e que vai mudar tudo pra mim.
Acho que posso dizer com certeza que uma "surpresa" nunca me pegou tanto, estou em estado de choque, e não consigo achar que vou sair dele. Simplesmente, não consigo acreditar, e as pessoas que tiveram acesso ao fato na íntegra, repito, na íntegra, também não. O que é bom, porque me faz sentir humana.
Depois de um bom tempo, chorei, vomitei, não fui capaz de comer e ainda tremo quando penso estar parada. E as consceqüências não pararão por aí. Perdi alguma coisa, não sei direito o que, mas sinto que perdi, talvez tenha sido a coragem... A sinceridade eu sei que não foi, se escondi alguma coisa foi a coragem de ficar só. Que a partir de hoje será nitidamente substituída pelo medo da companhia. Não se sabe os monstros que podem habitar as pessoas que a gente acha que conhece, por tanto tempo, e uma coisa em comum: uma mentira. Confesso, meus amigos, que menti. Menti quando disse que eu era uma pessoa melhor. Não sou, não há nada de novo aqui. Sou a mesma fraca de peito aberto. Fraqueza, sim! Se forças tivesse teria puxado o gatilho na primeira oportunidade, mas fraquejei. E a vergonha me manteve fiel: eu precisava, agora, provar que tinha feito a escolha certa. Mas não consegui provar nada disso. Só consegui provar de fúria injusta em doses homéricas de loucura, uma loucura que se firma numa realidade projetada em um espelho! Me foi sugerido humildade, entendi errado, e me humilhei. Ninguém me avisou, ao contrário, houve festa. Me retirei da mesa de jogos. Quem é que vai pagar a conta agora? O maestro! E quem vai conduzir a ópera? Ninguém. A luzes se apagaram, a cortina pegou fogo. Na platéia um(a) filho da puta bate palma, ninguém se mete, fazem que não ouvem, de boca em boca ficou podre a novidade; ganhou importância, e aposentou a velha amizade.
O que dói não é a solidão, a solidão é minha amiga. É a injustiça que fere. Ser injustiçado é foda demais. É revoltante, mas a revolta em mim é muda: cai dos meus olhos, incha minhas bochechas - com a cãimbra de uma alegria incompleta!
Eu podia ser tão explosiva quanto me pintam - cara de pau, EU? Pelamordedeus, consciência!
Mas não, o espelho se quebra nessas horas... Minha imagem em pedaços, desalento, desacato.
Só há perdedores hoje.

Dispensa comentários.

>> Schmitz, Larissa Hainzenreder. 01/01/2008.